Sexta-feira, Novembro 20, 2009

Cada vez encontro mais razões para tornar consistente a minha opinião sobre os produtos farmacêuticos

Recentemente os responsáveis pela produção dum anti-depressivo chegaram à conclusão que afinal o mesmo é benéfico para despertar a líbido sexual nas mulheres. Ou seja o mais provável é que o referido agora conhecido Viagra das mulheres em vez de resultar no combate à depressão das mesmas acaba por lhes despertar o desejo sexual, o que também pode acabar, uma vez satisfeitas, por lhes dissipar a depressão. Uma conclusão destas só mesmo para nos rirmos.

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

A justiça que nós temos, bateu no fundo, sabemos

A justiça bateu no fundo
todos nós já o percebemos
carece dum golpe profundo
isso também o entendemos

O segredo de justiça
jamais foi respeitado
não existe essa permissa
mas isso é constatado

Vários processos em curso
cujo início da investigação
a violação no seu decurso
é uma séria constatação

Julgamentos em praça pública
são uma pratica recorrente
condenados pela opinião pública
num desrespeito evidente

Pelos eventuais arguidos
que as averiguações envolverem
são tratados por bandidos
mesmo que não o venham a ser

Os magistrados judiciais
são em parte os culpados
porque fornecem aos jornais
factos que são averiguados

Sem estarem comprovados
os julgamentos em praça pública
não perdoam são condenados
quando a justiça indulta

Os erros judiciais
que se registam anualmente
são as provas cabais
de que justiça está doente

Reformem-se os seus agentes
pois as Leis são para cumprir
se não sabem ser diligentes
deixem de andar a fingir

Sexta-feira, Novembro 06, 2009

Nanopartículas podem danificar DNA à distância, diz estudo

BEN HIRSCHLER
da Reuters, Londres

Nanopartículas podem danificar o DNA de células à distância, mesmo sem cruzar as barreiras celulares que protegem certas partes do corpo, afirmam pesquisadores britânicos.

A surpreendente descoberta levanta novas questões sobre a segurança da nanotecnologia, que envolve a manipulação de partículas que são dezenas de milhares de vezes menores que a espessura de um fio de cabelo. Mas a tecnologia também pode ajudar cientistas a criar mais medicamentos e ferramentas de diagnósticos efetivas.

Roderick Mickens -7.jul.09/AP
Pesquisador manipula amostras de DNA nos EUA; nanopartículas podem danificá-lo, diz estudo
Pesquisador manipula amostras de DNA nos EUA; nanopartículas podem danificá-lo

Cientistas da Universidade de Bristol testaram o impacto de altas concentrações de nanopartículas metálicas no DNA em um experimento de laboratório, que eles salientaram não ser projetado para reproduzir precisamente as condições do corpo humano.

"Para a nossa grande surpresa, não só vimos danos em um lado da barreira, como também danos no outro lado da barreira", disse o pesquisador Patrick Case a repórteres.

Case e seus colegas descobriram que as nanopartículas não chegaram a passar pela barreira celular de múltiplas camadas, mas na verdade geraram moléculas de sinalização que foram então transmitidas para as células do outro lado.

Os cientistas, que publicaram o trabalho na "Nature Nanotechnology", disseram que as descobertas sugerem que efeitos diretos e indiretos de nanopartículas nas células são igualmente importantes quando se considera seu uso na medicina.

As nanopartículas --com um diâmetro medido em bilionésimos de metro-- estão sendo estudadas cada vez mais pela medicina, onde podem ajudar na produção de medicamentos contra câncer e outras doenças. A tecnologia já é usada em cosméticos e produtos eletrônicos.

Cientistas chineses publicaram em agosto que sete mulheres jovens chinesas sofreram danos pulmonares permanentes e duas delas morreram depois de trabalharem sem proteção adequada em uma fábrica de tintas que utilizam nanopartículas.



da Folha Online

Comentário
Muito interessante esta conclusão e então como fazermos para nos proteger-mos das nanopartículas?

Domingo, Novembro 01, 2009

A campanha de pânico lançado pelas autoridades de saúde não vai ter o sucesso esperado, quanto à adesão à vacinação

Tal como nos vamos apercebendo no nosso dia-a-dia a campanha desenvolvida pelas autoridades de saúde nacional e Mundial, no sentido das populações se vacinarem para se protegerem da gripe A H1N1, parece que não vai ter o êxito desejado sobretudo pelas multinacionais productoras da vacina. A comprovar este inêxito da campanha estão os inquéritos que os jornais online estão a fazer onde são auscultados os seus leitores se desejam ou não ser vacinados. E o não é maioritariamente concludente, mas de dois terços dos leitores que se propõem responder a este inquérito afirmam categoricamente que "não" querem ser vacinados. Venham daí mais campanhas para ver se são mais coroadas de êxito que esta.

Sexta-feira, Outubro 23, 2009

Flickr anuncia recurso de marcação de pessoas em fotos

da Folha Online

O site para compartilhamento de fotografias Flickr divulgou na quarta-feira (21) um recurso para identificar as pessoas nas imagens. Esse tipo de recurso já era utilizado pelo Picasa, do Google, no qual já era possível identificar quem está na foto.

Diferentemente do Picasa, no entanto, há um controle bem grande sobre quem registrar. Não basta digitar o nome de quem quiser.

Se o identificado for um usuário do Flickr, este terá o poder de recusar ter o nome associado à imagem. E se o retratado não for usuário do Flickr, será necessário digitar seu e-mail para que ele autorize.


Flickr lançou recurso "Pessoas nas fotos", para identificá-las em cada imagem; marca é associada a usuário

Há preferências que permitem escolher quem pode te adicionar nas fotos ou quem pode adicionar pessoas nas fotos que você mesmo publicou. É possível também bloquear totalmente a função.

A ferramenta também permite buscar fotos que exibam uma pessoa específica e gerenciar as fotos em que você aparece.

A novidade mais recente no sistema de identificação de fotos do Picasa, do Google, é o que faz reconhecimento facial das pessoas nas fotos, lançada em setembro, na versão 3.5. A ferramenta consegue agrupar as imagens de acordo com o reconhecimento que faz do retratado.

Quarta-feira, Outubro 21, 2009

De País colonizador Portugal parece estar a ir no caminho de colonizado

Presidente da TAP pondera fusão com TAAG e TAM
Portugal que realizou a descolonização mais vergonhosa que há memória na história e tão pouco conseguiu sequer à semelhança do que se verificou com outros países europeus que colonizaram vários países africanos e que lá se mantiveram explorando os seus recursos numa atitude neo-colonizadora.
Todos nos demos conta que em Angola, depois da vergonhosa descolonização realizada por Portugal, se instalaram as potencias que fizeram pressão ao longo de vários anos para que o nosso país se retirasse dos territórios africanos, nomeadamente a China, Russia e os EUA, estando estes a explorar os seus principais recursos, que tão pouco antes, foram explorados por Portugal, como por exemplo o petróleo explorado pela Cabinda Golf-Oil empresa americana e os diamantes explorados pela Diamang uma empresa inglesa.
Curiosamente o que tem acontecido é o inverso do que aconteceu com os outros países europeus que mantinham colónias em África, Portugal está a ser invadido por Angola, entrando esta na posse de diversas empresas como sendo a GALP, um ou outro Banco e pelos vistos Fernando Pinto o actual Presidente da TAP, vê com bons olhos esta fusão. Só nos faltava esta depois da vergonhosa descolonização passarmos de país colonizador à colonizado.

Terça-feira, Outubro 20, 2009

Mulher do futuro será menor, mais gordinha e mais fértil, diz estudo

da New Scientist

As mulheres do futuro serão levemente mais baixas e rechonchudas, terão corações saudáveis e um tempo reprodutivo mais extenso. Estas mudanças são previstas a partir de extensas provas para documentar que o processo evolutivo ainda atua sobre os humanos.

Fraqueza em cromossomo Y é relacionada a anomalias sexuais
Terapia genética para problemas cardíacos passa em 1º teste
Técnica genética poderia "corrigir" doenças hereditárias

Os avanços médicos significam que muitas pessoas cuja morte ocorreria durante a juventude agora vivem até a terceira idade. Isso leva a uma crença de que a seleção natural não afeta seres humanos e que estes, portanto, pararam de evoluir.

Divulgação
Mulheres do futuro serão levemente mais baixas e rechonchudas, terão corações saudáveis e um tempo reprodutivo mais extenso
Mulheres do futuro serão levemente mais baixas e rechonchudas, terão corações saudáveis e um tempo reprodutivo mais extenso

"Isso é simplesmente falso", disse Stephen Stearns, biólogo evolucionista da Universidade de Yale. Ele afirma que, embora as diferenças na sobrevivência já não possam mais selecionar aqueles com maior aptidão e seus genes, as diferenças na reprodução ainda podem. A questão é se mulheres que têm mais crianças possuem esses traços distintivos, que elas repassariam aos seus descendentes.

Para desvendar a questão, Stearns e seus colegas trabalharam com dados do Framingham Heart Study, que trazia o histórico médico de mais de 14 mil residentes da cidade de Framingham, Massachusetts, desde 1948 --que englobam três gerações em algumas famílias.

Passando adiante

A equipe estudou 2.238 mulheres que haviam passado da menopausa, e então cruzaram os dados com as respectivas vidas reprodutivas. Para este grupo, a equipe de Stearns testou a altura, peso, pressão arterial, colesterol e outras características correlacionadas com o número de crianças a que elas deram a luz. Eles controlaram alterações devido a fatores sociais e culturais, para calcular o quão forte é a seleção natural para moldar estas características fisiológicas.

E é muito, segundo se confirmou. Mulheres pequenas e mais gordas tendiam a ter mais crianças, em média, mais altos e mais magros. Mulheres cujos colesterol e pressão eram baixos também tinham mais filhos, e --não surpreendentemente-- tiveram seu primeiro na juventude e entraram na menopausa mais tarde. A surpresa foi que estas características foram passadas para suas filhas que, por sua vez, também tiveram mais crianças.

Caso a tendência persista por dez gerações, calcula Stearns, a mulher média em 2409 será 2 cm mais baixa e 1 kg mais pesada do que ela é atualmente. Ela dará a luz ao seu primeiro filho cinco meses mais cedo e entrará na menopausa dez meses mais tarde, em relação à média atual.

Decodificação de cultura

É difícil dizer o que direciona para estas características, e discernir se elas estão sendo disseminadas por genes de mulheres, mas, pelo fato de Stearns controlar muitos dos fatores sociais e culturais, é provável que isso tenha resultado em um documento genético, em vez de um trabalho acerca de evolução cultural.

Não é o primeiro estudo concluindo que a seleção natural está "operando" nos humanos atualmente; a diferença é que muitos dos trabalhos anteriores foram concluídos de diferenças geográficas nas frequências de genes, e não de avaliações diretas do sucesso reprodutivo. Isso deixa o estudo de Stearn como, talvez, a mais detalhada medição da evolução humana atual.

"É interessante que o quadro biológico subjacente ainda é detectado sob a cultura", diz ele. Análises a longo prazo de outros conjunto de dados médicos pode jogar mais luzes sobre a interação entre genética e cultura.

Comentário

Mas nós já cá temos muitas mulheres desse tipo. De pequena estatura, rechonchudinhas e não se queixam quanto à procriação.